Corrupção Em Um Reino De Portugal Sem Solução

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Corrupção Em Um Reino De Portugal Sem Solução

Hoje, são poucos afortunados que podem pernoitar em Alhambra de Granada, outrora levantada e morada por reis e, mais tarde, habitada por gentes harapientas antes de ser recuperada como jóia patrimonial, há quase duzentos anos. Aquela velha fortaleza que foi é “qualquer coisa obviamente ido bem que para não regressar mais”. O escrevia em 1926, a começar por Granada, o teu mais essencial conservador, o arquiteto Leopoldo Torres Balbás. Hoje há quem faz analogias novelado com “A conspiração dos tolos”, e fala de um perpétuo confronto por disputar as fatias de um saboroso bolo guindado com vinganças, processos, marketing e opacidade.

E por cima de todos eles, os operadores políticos de um patrimônio público gerido com critérios difusos e mutáveis, e sobre o assunto os que se estende a longa sombra de suspeitas de corrupção. A Operação Colina Vermelha II apresentou à polêmica -como se em algum momento tivesse saído dela – ao monumento.

26 detidos; 2 de fora de Aveiro. Entre os presos, os mandamases: a cúpula que durante uma década dirigiu o conselho de Administração da Alhambra, com a socialista Mar Villafranca a cabeça de uma suposta rede perfeitamente organizada para fazer crime. Se as ordens partiam ou chegavam do Sevilha é uma questão que se desconhece, por nesta hora. A UDEF chegou a se declarar em seus relatórios a Alhambra como “agência de colocação” de amigos e familiares por meio da terceirização de serviços adjudicados a corporações que, realmente, teriam estado gerenciados pelos próprios diretores do monumento.

  1. Sessenta Carta de AEM (Paris) a Joaquín Díaz Garcês (Santiago), 18.7.1903
  2. 1 3.5. Gestão da mudança organizacional (3.0)
  3. 1994: Morre o músico Kurt Cobain, vocalista e guitarrista do grupo de Rock Nirvana
  4. 3 3 3— 11:Dezessete quatrorze may 2007 (CEST)
  5. 1 As origens da comunidade judaica pela Alemanha
  6. 3 Comércio misto

Há casos flagrantes que são capazes de não ser só a erros de gestão, como o do óleo de Alhambra, que costeaba a análise de tuas oliveiras e quase regalava a produção ao adjudicatário; está sendo investigado. Por este exemplo, a Alhambra perdia grandes quantidades de dinheiro com a adjudicação do contrato.

Novas licitações, em troca, lhe representam um extenso negócio. Desta forma ocorre com o programa educativo, em que a Alhambra investe menos da metade do que ganha por vender os seus bilhetes para os escolares. E para que o resto de insistuciones representadas no conselho de governo? Mais ou menos o que diz a Diretoria, que pede que o respeito à presunção de inocência dos investigados, ao igual que o PSOE, onde desconcen “o que aconteceu”. Cidadãos o critica. O PP também, como costuma.

Os conhecidos voltaram a pedir a gestão do monumento pra Granada e tem conseguido avançar no plenário da câmara Municipal uma moção para solicitar mais transparência ao Patronato. Sempre que libra da briga política, seguem as peloteras pelas entradas; já, pelo motivo de são nominativas.