Imigrantes Italianos Na Argentina, História

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Imigrantes Italianos Na Argentina, História

É famoso o papel de Giuseppe Garibaldi, nas competições civis e internacionais da área sul do continente, desde o Rio da Prata e ao Rio Grande do Sul. Um dos que mais conhecia o conteúdo era Pedro de Angelis, napolitano liberal radical, ex – “carbonaro”, que havia sido trazido ao nação por Rivadavia. Suas idéias e atitudes foram-se afastando de outros de sua origem ideológico, visto que foi colaborador estreito do regime rosista.

Publicou um resumo de notícias internacionais e interpretações dos eventos argentinos em teu Arquivo Americano e Espírito de Imprensa do Mundo, com tradução para o inglês e francês pra superior encontro no estrangeiro. Nas artes plásticas se destacou Carlos Henrique Pellegrini (pai de que fora presidente), que veio como engenheiro, entretanto dedicou-se posteriormente, com muito sucesso pra pintura retratista. Mas era de nacionalidade francesa, tuas raízes eram naturalmente italianas.

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As batalhas civis em ka região eram um fenômeno totalmente multinacional, destacando-se o sítio de Montevidéu por alongado anos por tropas do General Manuel Oribe, apoiado por Rosas, que só encerrou com a queda do mesmo. Na cidade muitos argentinos representa na defesa, e bem como participavam brigadas de residentes estrangeiros, muitos deles com um histórico de guerras nacionais e democráticas pela Europa. A população de 31.000 habitantes de Montevidéu, para aquela data, insuficiente menos de metade eram uruguaios. Os argentinos chegaram a 2.500, e os italianos a mais de 4.000, sendo os restantes de outros países europeus.

Após a queda de Rosas, em 1852, houve um potente incremento da actividade de colonização com imigrantes, especialmente pela Confederação, porém também na Província de Buenos Aires. Nas proximidades da Baía Branca, ainda muito remoto da divisa ocupada efectivamente, verificou-se uma entidade muito peculiar, de inspiração romana.

nos confrontos civis, quase a toda a hora violentos e algumas vezes armados, Bartolomé Mitre obtinha apoio da comunidade de imigrantes, principlamente os italianos. Na Guerra do Paraguai (1860-1865) houve batalhões de italianos, há pouco tempo inmigrados, que participavam mais como mercenários que, por motivos ideológicos.

No início da presidência de Nicolás Avellaneda, a má situação económica e as desavenças políticas com a principal força opositora, o mitrismo, produziram uma circunstância muito instável, com vários capítulos de violência em protesto popular. No começo de 1875, ainda quentes as paixões soltas no decorrer da revolução mitrista do ano anterior, houve uma agitação anticlerical, com motivo de dissensões entre o governo e o arcebispado.

Em março uma pueblada atacou e incendiou a escola do Salvador, os jesuítas, deixando 4 mortos como consequência da crueldade, que “se lembravam as cenas da Comuna”, segundo o exageradas alarmado embaixador francês. Muitos pensavam que as sociedades secretas revolucionárias, de direção socialista ou anarquista, eram responsáveis por esta agitação, que teriam somado os mitristas. Essas agitações, em que participaram muitos dos imigrantes recentemente arribados, unidas à queda que produziu a ociosidade, faziam enxergar com maus olhos os estrangeiros.

O país, órgão do mitrismo, dizia que já havia predito que com o governo do provinciano Avellaneda estas atitudes antimodernas e preconceituosas iam a divulgar-se com o suporte ou, ao menos, a impassibilidade oficial. Mitre tinha vasto prestígio em todos os níveis sociais na província de Buenos Aires, apesar de tua participação pela revolução de 1874, havia dissipado diversas simpatias, já que já não era mais visto como “homem de ordem”.