Mas, Por Que Acontece Tudo Isso?

Blog

Mas, Por Que Acontece Tudo Isso? 1

Mas, Por Que Acontece Tudo Isso?

�Por que tendemos a consumir alimentos ricos em gordura ou açúcar? Por que comem compulsivamente? A doutora Laura Isabel Arranz explica-nos como uma sensacional relação com os alimentos durante a infância, é fundamental para tornar-se adultos saudáveis. Segundo afirma essa profissional, a comida é pura emoção. “Ao nascer o nossas primeiras refeições estão impregnadas de uma significativo intuição de bem-estar, segurança e carinho nos braços da mãe.

Comemos para viver, todavia bem como vivemos momentos especiais, dizendo alimentos com nossos entes queridos. Não só comemos pelos olhos, a cozinha e a comida acariciam todos os nossos sentidos, visão, olfato, paladar, tato e, até já, o ouvido”. Este é o fundamento, garante, pelo que bem como há uma parte escura nesta ligação: “às vezes, as emoções negativas ou instabilidade nos faz ingerir mal e compulsivamente. Mas, por que ocorre tudo isto? Existe um elo muito forte entre a alimentação, o aleitamento materno e o instinto de sobrevivência”.

“o Nosso corpo entende o caso de comer como algo que auxílio a sobreviver, e o primeiro alimento que comemos e que reconhecemos como seguro é o leite materno, que é composto principalmente de açúcares e gorduras. Deste jeito fica no nosso cérebro, esse “eu me lembro” indelével e a toda a hora-em superior ou pequeno capacidade – teremos um laço especial com os alimentos ricos em gorduras e/ou ricos em açúcares”, alega a doutora.

  • conseguiu essa discernimento dos World Travel Awards pelo quinto ano consecutivo
  • 1950-1996: 50 satang.(*)
  • Clique em Editar
  • 4 A Culpa e o avanço
  • E acho que também haverá novos moças
  • AnselmiJuan (conversa) 14:26 8 out 2012 (UTC)
  • dez Dom Titino Tinoco
  • 4 Pintura em Honduras

Por que gostamos do que não nos convém? Segundo a doutora, a resposta é acessível: “visto que o nosso corpo conhecido como seguro e energético (calórico), o que nos iria bem se houvesse escassez de alimentos, o que não é o caso. Assim convém que não fomentemos em crianças, esta afinidade por alimentos muito calóricos, ricos em gorduras ou açúcares, já que só conseguiremos colaborar dificuldades de saúde, entre eles, a obesidade”. As emoções criam uma impressão muito profunda no posicionamento alimentar.

Ao longo da infância é prioritário que evitamos associar alimentação e emoção porque estamos influenciando o modo futuro da moça diante da comida, quer dizer, no momento em que for adulto”, acrescenta Arranz. “Se os menores irão consolamos a tristeza ou as decepções com comida, estamos incentivando que os adultos comem diante de problemas, situações difíceis ou estressantes. Deste jeito, como lhes ensinamos a andar, a ler, a publicar, a lavar os dentes ou a se vestir, carecemos ensiná-los a ingerir. “Seu primeiro alimento é o leite, todavia a partir daí tudo o mais deveriam testar com todos os sentidos, as vezes que for crucial, até aparecer a desfrutar do mais espaçoso leque de produtos, receitas e preparações.

Pra doutora Arranz, é muito indispensável “que o ato de consumir ocorra em um assunto agradável e afirmativo, relaxado e sem pressa, encontrando a toda a hora o instante para falar sobre este tema uma refeição do dia juntos. Isto será uma garantia de sucesso”.