Portugal De Novo Fica Sem Governo; Pedro Sanchez Não Consegue A Posse

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Portugal De Novo Fica Sem Governo; Pedro Sanchez Não Consegue A Posse

MADRID — Pedro Sanchez, o presidente do governo espanhol, falhou em um processo de investidura este vinte e cinco de julho de não poder iniciar uma aliança com outros partidos que lhe permita ter uma coalizão governante. Isso aumenta as chances de que a Espanha tenha que fazer outra eleição nacional para quebrar o impasse político.

O Parlamento votou 124 a favor e 155 contra a investir Sánchez nesta quinta-feira; 67 parlamentares deviam abster-se. Foi a segunda vez esta semana que Sanchez não conseguiu ser eleito, pois o sábado não adquiriu o suporte primordial. Macron, de centro, vê Sánchez, um aliado-chave pra campanha pró-Europa, uma vez que o português se tornou o partido socialista de maior proeminência no bloco. Em maio, Macron convidou Sánchez para um jantar a Paris para fortalecer a ideia de que Portugal necessita ter um papel mais destacado dentro da União Europeia. Portugal prontamente passou em 2016 dez meses em um limbo político, quando duas eleições com resultados não definidores deixaram os políticos guerreando sem poder formar um governo.

Um dos objetivos recentes de Sánchez foi mudar as regras para a criação de um governo a ponto de impossibilitar a paralisia que foi abordado ao nação. O voto dessa quinta-feira aconteceu depois do desmoronamento das conversações para uma coligação entre o partido socialista e Unidas Podemos, jogo que procurava ter o controle de imensos ministérios em troca de suporte Sánchez. Ele contestou esse pedido, e Unidas Podemos, liderado por Pablo Iglesias, denunciou que estava sendo tratado como um parceiro inferior.

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Antes do segundo voto de investidura, por este vinte e cinco de julho, Sánchez e Igrejas trocaram avaliações ao longo do debate da sessão parlamentar. Sánchez acusou Igrejas de estarles abrindo passagem pros partidos de direita e extrema-direita ao bloquear a sua investidura, após Unidas Podemos apresentou as demandas ministeriais que Sánchez falou que seriam uma captura político.

Unidas Podemos e seu partido, argumentou, queria “entrar no governo para controlar o governo”. Sánchez argumentou que tem significado ter “um governo plural, entretanto com uma única direção”. Em resposta, Igrejas declarou que Sanchez não lhe havia exposto suficiente sobre o assunto Unidas Podemos como sócio, inclusive até quando esse jogo ajudou a Sanchez para ser presidente do governo, na primeira ocasião, em 2018, “em troca de nada”. Vários líderes partidárias alertaram, em suas intervenções no debate que os eleitores não estavam a assimilar como os políticos, de nova conta, passaram-se meses lutando sem nada para afirmar como efeito, pra formar um governo.

Pablo Casado, do Partido Popular, citou ao parlamento que o fracasso de Sanchez para ter uma coalizão era “uma das páginas mais lamentáveis da história de Portugal”. Casado acrescentou Sánchez e seus aliados tentativas haviam imposto um “espetáculo vergonhoso” os espanhóis, em que um “souk de vaidades” prevaleceu a respeito da competência para governar. Para Sánchez tem uma chance real de conseguir o suporte vital em setembro, precisaria continuar muito durante o verão, pela cooperação Unidas Podemos como a de parlamentares de outros partidos pequenos.

Igrejas disse Sánchez, que estava disposto a dialogar: “Não volte a conduzir os espanhóis a eleições e negocie com a gente desde o respeito”. Nas eleições de abril, o PSOE recebeu 123 de 350 curuis parlamentares; quase o dobro dos outros partidos, entretanto em quantidade insuficiente para ter maioria. Unidas Podemos conseguiu quarenta e dois curuis.

21.Treze h Réplica de Miquel Iceta (PSC): “Quero dizer-lhe qualquer coisa, aproveitando que o senhor, Mas não está”, começou dizendo, honesto quando Mais voltava a entrar pela câmara. Após uma etapa de risos, Iceta prosseguiu: “poderá-Se começar uma conexão de certeza, apesar da profunda divergência política”.

21.Doze h Conclui Arrimadas: “Vamos lutar para que esta câmara tenha diálogo e a negociação, se garanto, senhor Puigdemont”. 21.06 h Arrimadas: “Você não recusou nenhum desses tweets. Este tipo de declarações que você fez de ‘esgoto’ não são compartilhadas por outros catalães”. 21. 05 h, Conclui-se a réplica de Puigdemont e da presidente do parlamento fornece a expressão aos partidos da oposição para que respondam à resposta de Puigdemont.

Começa Inês Arrimadas (C’s), que tem quatro minutos. 20.55 h Puigdemont assim como responde a Rabell, citando-lhe que se referiu em sua intervenção aos dificuldades da política espanhola. 20.Quarenta e cinco h De volta pro parlamento da Catalunha, chega a vez de réplica de Carles Puigdemont. 20.Trinta e seis h Rajoy foi estabelecido este pleno de investidura como um “pleno in extremis”.